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sábado, 5 de janeiro de 2013

Capixaba é detido nos EUA por jogar bomba em restaurante


O professor de Vila Velha foi detido há 9 dias acusado de tentar incendiar o local com um coquetel molotov.

Foto: Reprodução
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O professor tentou incendiar o restaurante com um coquetel molotov
Um professor de Vila Velha está detido há nove dias nos Estados Unidos. O capixaba, de 43 anos, é acusado de tentar incendiar um restaurante no estado de Massachusetts.

Segundo informações de jornais norte-americanos, o professor foi detido, sem direito a fiança, no dia 28 de dezembro, depois de atacar um restaurante brasileiro, chamado Prova Brazil, na localidade de Hyannis, durante a madrugada.

De acordo com a polícia, o professor tentou incendiar o restaurante com um coquetel molotov e, como não conseguiu, atirou um tijolo contra a janela do estabelecimento. 

O capixaba é acusado por danos ao prédio, posse de material explosivo e tentativa de incêndio. Em depoimento, ele declarou-se inocente. Mesmo assim, autoridades americanas afirmaram que ele pode ser deportado. 

Segundo o proprietário do restaurante, que também é brasileiro, as câmeras de vigilância do estabelecimento mostraram o professor chegando ao local por volta de 1h20 daquele dia. O dono do estabelecimento disse à polícia que o professor não trabalhava no restaurante e que nunca teve contato com ele antes do ocorrido. 

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Ele afirmou disse ainda que, horas antes do incidente, o professor foi visto do lado de fora do estabelecimento, agindo de forma estranha. Por conta disso, o dono do restaurante usou o celular para tirar uma foto do suspeito. Depois do ataque, a imagem foi usada pela polícia para identificar e prender o homem.

Segundo o proprietário do restaurante, o professor teria dito que era Osama bin Laden e que iria explodir o local. No entanto, em depoimento, o capixaba teria negado tal afirmação. Segundo comunicado da polícia local, o incidente não teve nenhum motivo ou envolvimento terrorista. 

Como há suspeitas de que o professor preso sofra de doença mental, ele foi encaminhado a um hospital psiquiátrico, onde médicos irão analisar se ele poderá ser responsabilizado pelos crimes de que está sendo acusado. A GAZETA entrou em contato com a família do professor, mas os familiares não quiseram comentar o caso. 

O Consulado do Brasil nos Estados Unidos também foi procurado, mas não deu detalhes sobre o episódio. Disse apenas que está acompanhando o caso e também está em contato com a família do capixaba.

Fonte: A Gazeta

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