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sexta-feira, 4 de janeiro de 2013

Rapaz é preso após perseguição e troca de tiros


Reprodução TV Vitória
Um portuário de 56 anos foi vítima de um assalto na manhã desta quinta-feira (03), no bairro Cobilândia, em Vila Velha. O crime aconteceu a poucos metros do DPM do bairro. Houve perseguição policial e troca de tiros.

O homem seguia para a padaria, como costuma fazer todos os dias, quando foi assaltado. Após o crime, a vítima procurou a polícia e pediu ajuda a um policial que estava saindo do plantão. “Estava chegando e ele entrou na frente do meu carro, tirou uma arma de dentro da mochila e apontou para mim. Eu o empurrei e saí correndo em direção à padaria enquanto ele correu em direção à rua lateral”, contou a vítima, que não quis se identificar.
O policial não pensou duas vezes e foi atrás do bandido com o próprio carro. Houve troca de tiros e o veículo foi atingido. Por sorte, ninguém se feriu. “Quando entrei na rua e me deparei com o elemento com a arma em punho, gritei: 'polícia, para'. Ele virou para trás e começou a efetuar disparos contra o meu carro. Eu continuei a perseguição e, quando chegamos em um terreno baldio, chegou uma viatura e nós conseguimos prender o suspeito com a arma e com o produto do roubo”.
O suspeito foi levado para o DPJ de Vila Velha. Com ele foi encontrado um revólver calibre 32 e dois celulares. Lucimar Gomes, de 24 anos, disse que é dono de um lava jato no bairro Castelo Branco, em Cariacia, e que cometeu o assalto por doideira. “Foi doideira, só isso. Saí na rua sem destino. Só me defendi, ele atirou contra mim também”, disse o suspeito. 
A vítima reconheceu Lucimar como sendo o mesmo rapaz que o assaltou há cerca de um mês. Depois de ser roubado duas vezes pela mesma pessoa e no mesmo lugar, o portuário está desacreditado na segurança pública. “Vejo hoje bandido armado intimidando qualquer cidadão. E o cidadão sem condição de fazer nada. Hoje eu dei sorte porque o policial estava próximo, mas outro dia, como vai ser? E se estou acompanhado com uma criança, com minha esposa? Fica uma situação mais complicada”, desabafou o portuário.

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